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Cabelo Afro: vídeo respondendo a TAG Revolução 4C

28 Mai

Aqui, respondo 10 perguntas sobre meu tipo de cabelo e a decisão de mantê-lo sem químicas.

Em dezembro de 2013 fui tagueada pela Eva Lima, do blog Pequena Eva, para responder 10 perguntas sobre meu tipo de cabelo: afro, com cachos do tipo 4C. Aqui está o vídeo com as respostas e com três outras pessoas que indico para responderem também.

Para quem não sabe, os tipos de cachos foram classificados de forma alfanumérica há 15 anos pelo cabeleireiro Andre Walker - ninguém menos do que o personal stylist da Oprah! - em 4 tipos básicos, de acordo com sua textura (liso, cacheado, crespo, encarapinhado/afro). A classificação está bem demonstrada em fotos no site Naturally Curly, onde também se encontram muuuuuitas informações sobre cada tipo, produtos e técnicas adequadas para lavar, hidratar, estilizar e cuidar. Eu, particularmente, gosto muito e uso esse site como referência quando quero aprender mais sobre as rotinas de cuidados do cabelo natural.

Voltando à tal classificação, ela vem sendo questionada porque muitas pessoas de cabelos crespos possuem várias texturas dependendo da região da cabeça ou até porque as fotos deixam dúvidas em qual tipo se encaixar. Mas a intenção do cabeleireiro era ajudar as mulheres a autoderminarem seu tipo de cabelo para facilitar os cuidados e escolher os produtos mais adequados às suas necessidades.

Cabelos do tipo 4C ou encarapinhados ou afros, também conhecidos em inglês como kinky hair, são muito frágeis e quebram com facilidade, por isso demandam mais cuidados tanto na frequência de hidratação e de reposição lipídica (de gorduras) quanto na escolha de produtos. Por conta disso, espalhou-se a prática das técnicas conhecidas como NO POO e LOW POO, das quais já falei aqui, e que tanto dão dor de cabeça nas cacheadas por aí, já que para achar cosméticos compatíveis há que se estudar/conhecer os ingredientes presentes na composição de xampus, condicionadores, máscaras e cremes, além de outros finalizadores. Também pipocam na internet (leia-se Youtube) receitas caseiras, dicas de cuidados, de hidratações e de produtos (alguns duvidosos) para estimular o crescimento dos fios.

Por fim, quero ressaltar que a onda crescente de pessoas que aderem ao uso do cabelo natural, o que significa sem químicas de alisamento que alteram a estrutura capilar (tinturas são permitidas), tem aumentado a demanda por produtos naturais/orgânicos, óleos e manteigas 100% vegetais, mas isso ainda não parece ter pressionado suficientemente a indústria cosmética para que explore essa fatia de mercado... mas isso é assunto para outro post!

Espero que curtam o vídeo! See you!

Andréa da Luz

Bem-vindo ao Não Vivo sem Cosméticos, projeto da jornalista e engª química Andréa da Luz, no ar desde 2007. Acompanhe-nos também pelo Twitter, Facebook e Youtube!

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