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Métodos de depilação

11 Mai

Como você tira seus pelos? Ou não tira? Vem ler esse post e saber como eu faço!

Olá! Hoje vou falar sobre depilação e explicar porque deixei de me depilar em salões. No final deste post, também há dados interessantes sobre uma pesquisa feita pela Philips sobre o significado do hábito da depilação para as mulheres.

Você já deve estar se perguntando: mas, Andréa, você se depila em casa, e sozinha?

A resposta é sim! Durante a adolescência e início da idade adulta, usava apenas a lâmina de barbear em pernas, axilas, virilha. Mas os pelos cresciam logo, ficavam mais espessos e causavam incômodos durante a fase de crescimento, como coceira e encravamento (foliculite). Além disso, era comum cortar a pele por descuidos durante o processo. 

Aos 20 e poucos anos, quando já conseguia me sustentar sozinha, comecei a fazer depilação com cera quente, em salões, nas pernas, virilha, axilas, buço e também no queixo onde começaram a surgir alguns pelos devido aos ovários policísticos. Sempre doeu muito, tinha o problema do escurecimento da região depilada e o ato de puxar a pele (no meu entender) também a deixava mais flácida. Tudo isso começou a me incomodar. Mas a durabilidade e eficiência do método fez com que eu continuasse a utilizá-lo.

Hoje, uso cera apenas na virilha, porque nenhuma outra forma se mostrou mais eficaz nessa região. E eu mesma faço: comprei cera, papel e espátula e... voilà, não foi tão difícil! No começo eu tinha medo de puxar o papel, enquentava a cera demais, demorava uma eternidade, mas fazia tudo: axilas, buço (socorro, que dor!), pernas e virilha (só as laterais). E também o queixo, mas tinha que complementar com a pinça pois os pelos mais grossos não saíam.

Eventualmente, ainda frequentava os salões para uma depilação mais caprichada. Mas depois de ser mãe, aos 41, lascou! Não conseguia agendar mais nada, levava uns seis meses para ir à depiladora... Resolvi fazer em casa e agora faço até virilha cavada com a cera! É uma ginástica e tanto, mas dou conta do recado.

Mas o queixo ainda me incomodava e, após uma depilação a laser mal sucedida (que queimou e manchou a pele e os pelos ainda voltaram) e muitos machucados com a pinça, resolvi comprar meu primeiro depilador elétrico, da Philips, e é o método que mais uso até hoje. Apesar de o meu aparelho ser uma versão Wet&Dry, que pode molhar, prefiro fazer a seco (acho que esse aparelho saiu de linha). Foi libertador e o investimento, cerca de R$ 190, já se pagou nesses dois anos de uso. O fio que aparece na foto é para recarregar a bateria que dura muuuito. Faço várias depilações até ele dar sinais de pouca bateria, acho que a autonomia é de cerca de 6 horas, e levo no máximo meia hora pra fazer tudo!

Com ele, faço axilas, pernas, queixo (não faço mais o buço, pois os pelos são bem fininhos e quase imperceptíveis) e virilha só nas laterais, em urgência urgentíssima, porque dói pra caramba, especialmente nas curvas onde machuca minha pele, mesmo com a proteção do aparelho. Por isso, ainda prefiro a cerna na virilha. Nas demais regiões, nem penso mais: é o depilador e pronto! Até as pernas, que agora estão com poucos pelos e bem finos, faço em 5 minutos. Muito raramente, uso a lâmina nas pernas e sempre esfolio a pele durante o processo usando um sabonete esfoliante.

Agora minha mãe, de 76 anos, me pediu para comprar um depilador para ela, não é incrível? Já encomendei um bem simples, com apenas uma velocidade e paguei apenas R$ 115, com o frete!

Tá, não é a oitava maravilha do mundo. Como ele arranca os pelos pela raiz, já dá para imaginar que dói e é um pouco desconfortável mesmo no início, mas é tudo muito rápido. A dor é bem menor do que com a cera e ainda tem a vantagem de não escurecer nem puxar a pele, ser rápido, eficiente e duradouro (cerca de 3 semanas). E é bem higiênico e fácil de limpar.

Também já usei cremes depilatórios, mas me deram coceira e ardência e fiz com cera naquelas maquininhas portáteis que já esquentam o produto, mas essa dói ainda mais! Cera fria não rolou... Acho que só não testei a depilação com linha (feita nas sobrancelhas), porque prefiro a pinça mesmo. Independente do método, após depilar sempre uso gel ou óleo para recuperar a pele.

Depilação está ligada à segurança feminina

Aproveitando que estou falando sobre isso, uma pesquisa encomendada pela Philips* sobre depilação e comportamento feminino mostrou, de forma unânime, que a depilação é um ritual ligado à segurança que a mulher busca em relação ao próprio corpo, além da autoimagem que ela deseja projetar. Segundo o estudo, não há associação direta com a sexualidade. Além disso, sua relevância e sentimentos associados mudam de acordo com a fase da vida feminina.

Na adolescência, a depilação está mais associada à higiene e à autoafirmação. Na gravidez ou pós-parto, quando as mulheres estão mais sensíveis à dor e preocupadas com a segurança do bebê, muitas vezes, abrem mão desse hábito por receio. Para as mulheres adeptas ao estilo de vida fitness, a depilação significa segurança, autoconfiança para se expor constantemente ao olhar das colegas de equipe, adversárias, treinadores, homens e mulheres nas academias. Algumas relataram que já abriram mão de treinar por não estarem depiladas. Já para mulheres que estão iniciando a vida universitária e as que estão assumindo cargos de liderança, a depilação aparece como mera rotina.

E para você, que significado e importância tem a depilação? Que método você usa? Gostaria de parar de se depilar? Por que? Vamos debater sobre isso!


SAIBA MAIS: *O estudo foi feito em dezembro de 2016, mas os dados começaram a ser divulgados no mês passado (abril). O levantamento dá suporte à empresa para atender o público consumidor feminino, por meio de soluções em produtos que entendam as preferências das mulheres quando o assunto é depilação.

OBSERVAÇÃO: Este não é um publieditorial. Minha escolha sobre os métodos de depilação são pessoais e o aparelho da Philips que eu utilizo há quase dois anos foi adquirido por mim, após uma pesquisa feita na internet sobre os modelos e aparelhos disponíveis.

Andréa da Luz

Bem-vindo ao Não Vivo sem Cosméticos, projeto da jornalista e engª química Andréa da Luz, no ar desde 2007. Acompanhe-nos também pelo Twitter, Facebook e Youtube!

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